IETEC - Notíciashttp://www.ietec.com.br/hp2/site/ietec/imprensas.rssNotícias do IETECpt-BRInovação, ferramenta para a quebra de paradigmas corporativoshttp://www.ietec.com.br/hp2/site/ietec/imprensas/detalhe_noticia/228http://www.ietec.com.br/hp2/site/ietec/imprensas/detalhe_noticia/228“No Brasil, sobra dinheiro para projetos de inovação. Mas faltam projetos viáveis”, afirma o engenheiro da CEMIG Frederico Ribas Inovação, não apenas no ambiente corporativo, mas sobretudo na forma como os profissionais encaram os desafios que a carreira lhes apresenta. Essa foi a principal constatação do workshop promovido pelo IETEC na noite de ontem. Com uma plateia ansiosa por conhecer o que seria a inovação aplicada às empresas, os trabalhos foram iniciados com uma apresentação da professora da pós-graduação em inovação do Instituto, Terezinha Araújo. Ela explicou aos presentes a diferença que há, sobretudo, entre inovação e criatividade. “Muitas pessoas se equivocam e pensam que trata-se da mesma coisa, de sinônimos. Mas na realidade uma auxilia a outra a melhor se desenvolver. Essas questões têm despertado o interesse das empresas, que compreenderam o valor que tais paradigmas representam para seus negócios. Após sua análise, foi apresentado o case CEMIG, pelo engenheiro de tecnologia da Gerência de Gestão Tecnológica, Frederico Bruno Ribas Soares. Ele abordou o investimento da concessionária de energia na adoção da gestão da inovação e o quanto esse processo auxilia a empresa a abrir novos mercados, visando sua missão. “Queremos estar entre os dois maiores grupos de energia do Brasil, e ser líder mundial em sustentabilidade do setor. Para isso, uma série de ações são implementadas. Por exemplo, exploramos alternativas energéticas que não fazem parte do nosso portfólio, como a geração de energia não-convencional, através do uso de fontes não-renováveis de menor impacto ambiental”. Além de abordar o case CEMIG, Ribas fez considerações sobre o boom de inovação que estamos vivenciando no país. “Na realidade, no Brasil sobra dinheiro para projetos que envolvam inovação. O que faltam são projetos viáveis, para serem implementados efetivamente. O brasileiro ainda não percebeu o filão que possuímos. As empresas, das mais variadas áreas e portes, estão sedentas por projetos de inovação. As pessoas ainda pensam que inovação é a criação de novos produtos. Não é. Podemos, e devemos inovar, em produtos que são sucesso de venda, por exemplo, como forma de mantermos essa fatia do mercado”, afirmou o engenheiro. Fechando o evento, a ex-aluna do curso de inovação do IETEC e engenheira elétrica Mariana Santos, deu um depoimento sob o ponto de vista do profissional da área. Para ela, além de projetos, falta mão de obra capacitada para suprir essa demanda das empresas. “Trata-se de um mercado emergente e carente de profissionais capacitados. As pessoas precisam compreender que a inovação não é coisa do Tio Patinhas. A inovação é um facilitador da quebra de barreiras e paradigmas corporativos. Por outro lado, as empresas necessitam criar um ambiente para que a inovação ocorra. A isso chamamos de gestão da inovação. Somente com técnicas é possível criar novas frentes de negócio, ou seja, gerar lucro através da inovação”, afirma a profissional, que trabalha, desde 2007, na área de automação da Gerdau Açominas. Abaixo, disponibilizamos as apresentações dos palestrantes da noite. Terezinha Araújo Frederico Ribas Fri, 03 Feb 2012 00:00:00 -0200ARTIGO: O lugar do engenheiro de software no mercadohttp://www.ietec.com.br/hp2/site/ietec/imprensas/detalhe_noticia/227http://www.ietec.com.br/hp2/site/ietec/imprensas/detalhe_noticia/227É difícil passar um dia sem ler: "faltam pessoas capacitadas". O país passa por uma fase de crescimento em vários setores e começa a encarar a falta de recursos humanos preparados para assumir posições estratégicas. O desenvolvimento de software chama a atenção. Em duas áreas importantes de sua aplicação, foram notificados eventos muito semelhantes: "em virtude da falta de pessoas", haverá problemas no atendimento e no crescimento da demanda. Torna-se importante chamar a atenção para o engenheiro de software. Há quem diga que ele é desnecessário, que as habilidades não se relacionam às técnicas modernas. Há aqui dois equívocos graves.formação básica. Ter fundamentações teóricas antigas não indica obsolescência, pois sua função como gestor tecnológico é básica. Com isso, tal formação é necessária, pois não é coerente se afirmar "moderno" sem ter uma base de conhecimento. O segundo é a pressão do mercado. O engenheiro de software é um profissional de presença crítica. Ele tem condições de montar e manter o processo com conhecimento para não produzir soluções aplicáveis apenas a um contexto momentâneo. Assim sendo, a formação que buscamos é a de um profissional que entenda o desenvolvimento tecnológico, adicionando à competência de gerenciar um processo crítico. Sua formação contempla, portanto, o amplo domínio técnico, somado às capacidades que o levarão a compreender todos os cenários de aplicação do software.Thu, 02 Feb 2012 00:00:00 -0200Workshop sobre projetos de construção e montagem é sucesso de públicohttp://www.ietec.com.br/hp2/site/ietec/imprensas/detalhe_noticia/226http://www.ietec.com.br/hp2/site/ietec/imprensas/detalhe_noticia/226Cuidados e procedimentos para melhor gerenciar construções, de uma simples expansão predial a uma mega usina hidroelétrica. Esses foram os principais pontos tratados durante workshop gratuito que ocorreu na noite de ontem na sede do IETEC. Mediado pelo coordenador do curso de pós-graduação em gestão de projetos em construção e montagem, Ítalo Coutinho, o encontro dá prosseguimento à tradição do Instituto de fomentar discussões envolvendo a área de gestão de projetos, em suas várias especialidades. O tema da ocasião foram os projetos de construção e montagem. “Projetos para formação bruta de capital fixo devem atingir R$1 trilhão entre 2012 e 2015. Como vamos gerar energia suficiente para atender a essa demanda gerada? Como vamos fazer a logística para montagem dessas plantas? Onde vamos conseguir pessoal qualificado para fabricação de equipamentos sob encomenda? Discutimos essas e outras questões ao longo do encontro”, analisa o professor. Os convidados para tratar do tema foram o engenheiro civil Leonardo Paixão e o engenheiro industrial mecânico Antônio Bernucci. Além deles, a gerente de projetos especializada no mercado de geração e transmissão de energia elétrica Shirlei Querubina também tratou de aspectos relacionados a megaempreendimentos. “Questões como segurança, alimentação, acomodação são temas muitas vezes deixados de lado em construções convencionais. Mas quanto maior o projeto, maior zelo se deve ter com a qualidade de vida no trabalho dos profissionais envolvidos”. Paixão complementou a tese afirmando que “cuidados com o bem estar de quem trabalha no canteiro de obras visando a sua satisfação ali, se refletirá na qualidade do serviço prestado, independente do tamanho e valores envolvidos na construção”. Devido à grande procura, o IETEC organizará uma segunda versão do mesmo workshop, no dia 01º de março. Mais informações pelo site www.ietec.com.br ou pelo telefone (31) 3116-1000. Abaixo disponibilizamos as apresentações dos palestrantes, para download. Leonardo Paixão Antônio Bernucci Shirlei QuerubinaFri, 27 Jan 2012 00:00:00 -0200Pesquisas apontam crescimento da demanda por inovação no Brasilhttp://www.ietec.com.br/hp2/site/ietec/imprensas/detalhe_noticia/224http://www.ietec.com.br/hp2/site/ietec/imprensas/detalhe_noticia/224Investimentos por parte do governo começam a surgir e empresas já pensam em adotar novas posturas perante a concorrência internacional De acordo com a última edição da Pesquisa de Inovação Tecnológica (Pintec), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), as empresas brasileiras têm investido mais no desenvolvimento de novas práticas inovadoras. A taxa de inovação – indicador que calcula a introdução de novos produtos e processos – foi de 38,6% entre 2006 e 2008, contra 33,4% registrados no levantamento de 2005. O resultado é o maior obtido nas últimas três edições da pesquisa (2000, 2005, 2008). Porém, percebe-se que a palavra inovação ainda não é totalmente compreendida no meio empresarial. Algumas organizações não conseguem evoluir através de projetos realmente inovadores e ficam centradas somente na melhoria de equipamentos e máquinas, dando pouca importância a outras inovações, como as de produtos e serviços. Muitas não entendem que a inovação compreende o desenvolvimento e adoção de novas técnicas, planejamentos e conceitos, entre outros fatores. Uma nova ideia, elaborada e concluída com sucesso, traz resultados econômicos positivos para as empresas ao mesmo tempo em que aumenta a competitividade entre elas. No Brasil, o investimento em torno da inovação cresce a cada ano, como demonstra o levantamento do IBGE. José Henrique Diniz, coordenador da área de Inovação e Criatividade do IETEC, já percebeu inúmeras vezes, com base na sua expertise, a necessidade de as empresas inovarem. “O mercado é muito dinâmico. Nós, profissionais, precisamos estar sempre um passo à frente, antevendo as demandas e exigências do mercado e adequando-as à realidade das empresas. Inovação deve ser tratada como elemento chave da crescente competitividade empresarial. A partir de um plano de metas bem estabelecido, deve-se identificar os desejos da própria empresa e principalmente do mercado, a fim de evitar possíveis armadilhas. Muitos reconhecem a importância da inovação, porém nem todos praticam ou estão satisfeitos com sua gestão, justamente pela falta da total compreensão do tema”, analisa Diniz. Visando estabelecer novas diretrizes para a política industrial brasileira, a atual presidente Dilma Rousseff criou em agosto desse ano o programa Plano Brasil Maior (PMB). Com o slogan “Inovar para competir. Competir para crescer”, o plano tem a intenção de mostrar que no atual cenário econômico, a palavra inovação tem se tornado cada vez mais essencial. Além do programa criado pela presidente, outras ações têm sido feitas em prol da inovação no Brasil, com destaque para as Leis da Inovação e do Bem e para o Plano de Ação em Ciência, Tecnologia e Inovação (PACTI), que estão revitalizando os conceitos de acordo com as novas diretrizes estabelecidas pelas necessidades do mercado. Segundo José Henrique, mesmo com os novos incentivos por parte do governo, ainda há muito que fazer, principalmente nessa fase inicial. ”Antes de qualquer coisa, deve-se investir na capacitação dos profissionais, visando uma adequação dos mesmos aos ideais da atual gestão da inovação”, afirma. Para implementar a inovação nos negócios, empresas e empreendedores devem não só reconhecer oportunidades, mas apropriar-se delas e organizá-las visando o mercado. A inovação requer uma estratégia empresarial e, por ser um processo, necessita de uma gestão bem definida.  Crescimento da procura por processos e profissionais inovadores Antenados a essas necessidades, profissionais dos mais diferentes segmentos apostam no curso de pós-graduação em Gestão da Inovação em Empresas, para melhorar os resultados das organizações nas quais trabalham. O retorno do investimento já pode ser percebido pelos alunos. É o caso do coordenador de Projetos da Nansen S/A Instrumentos de Precisão, Félix Ferreira Ribeiro. De acordo com ele, como a inovação tem ganhado cada vez mais espaço no mercado, o conhecimento adquirido no curso é fundamental, pois permite que o profissional enxergue a empresa sob uma nova ótica, buscando oportunidades e melhorias. “Não se trata de uma tarefa fácil. O processo completo de inovação, isto é, uma ideia transformada em resultado, demanda tempo e esforço. Mas, quando bem sucedido, os resultados são sempre os melhores possíveis”, analisa.  Thu, 26 Jan 2012 00:00:00 -0200IETEC organiza workshop gratuito focado em criatividade e inovaçãohttp://www.ietec.com.br/hp2/site/ietec/imprensas/detalhe_noticia/225http://www.ietec.com.br/hp2/site/ietec/imprensas/detalhe_noticia/225No dia 2 de fevereiro, o Instituto de Educação Tecnológica (IETEC) organiza um workshop gratuito com o tema “Gestão da Inovação em Empresas”, voltado para profissionais de RH e gestores de empresas. O evento será composto por duas partes, sendo que a primeira delas vai contar com uma dinâmica sobre criatividade, onde a professora, Terezinha Araújo, co- coordenadora do curso, vai apresentar os conceitos da mesma no ambiente empresarial, além de tratar da importância dela como indutora de todo o processo de inovação. Na segunda parte, o coordenador da área de inovação do IETEC, José Henrique Diniz, vai abordar a teoria sobre a inovação, visando o entendimento total dos participantes sobre como se dá a construção do processo em si, apresentando os níveis, conceitos e tipos de inovação. Segundo Diniz, que também é um dos organizadores do evento, após aprenderem a teoria tanto do processo de criatividade como de inovação, os participantes começarão a utilizar os conceitos na prática. “Ao final do evento, nós fazemos uma análise individualizada de cada participante, onde eles têm a oportunidade de ver que tipo de inovadores eles são, quais seus objetivos dentro de suas empresas e concluem analisando como os conceitos aprendidos devem ser aplicados em seus locais de trabalho”, completa. O coordenador acredita que o workshop é de extrema importância para quem procura crescer no mercado, que está cada vez mais competitivo. “Nós temos a intenção de despertar nos participantes o interesse pela inovação, além de definir a prática da criatividade como instrumento que estimula a própria inovação dentro da organização. Nosso objetivo é mostrar a importância de tais conceitos e como eles se aplicam diretamente nas intenções e ideais de crescimento da empresa”, afirma. O evento será realizado na sede do próprio IETEC, localizado na Rua Tomé de Souza, 1065, Savassi. Mais informações podem ser adquiridas através do telefone (31) 3116-1000 ou pelo site www.ietec.com.br.Thu, 26 Jan 2012 00:00:00 -0200Gestão de projetos é uma das áreas que mais demandará profissionais no Brasil em 2012http://www.ietec.com.br/hp2/site/ietec/imprensas/detalhe_noticia/223http://www.ietec.com.br/hp2/site/ietec/imprensas/detalhe_noticia/223 Investimentos em infraestrutura garantem expectativa positiva para o crescimento do país; setor de GP é um dos que mais precisa de profissionais especializados As expectativas de crescimento do país são das mais otimistas. O país, impulsionado pelas construções de grandes obras; reforma, expansão e construção de estradas, além de outros investimentos em infraestrutura, é um verdadeiro canteiro de obras. Ou seja, palco ideal para um dos profissionais mais demandados atualmente: os gerentes de projetos. De acordo com José Ignácio Villela Jr, diretor de produtos do IETEC (Instituto de Educação Tecnológica), esse otimismo possui relação direta com os investimentos de infraestrutura realizados no país. “Dois dos mais importantes eventos do mundo ocorrerão no país nos próximos anos: as Olimpíadas e a Copa do Mundo. Precisamos modernizar grande parte de nossa infraestrutura. Isso só é possível com grandes investimentos. É isso o que está ocorrendo”, analisa. Viabilidade de negócios O Brasil atraiu US$ 32,5 bilhões (R$ 56,5 bilhões) em investimentos estrangeiros diretos (IED) no primeiro semestre de 2011, ficando apenas atrás da China entre os países do Brics – grupo que inclui ainda Rússia, Índia e África do Sul – segundo um relatório da Conferência da ONU para o Comércio e o Desenvolvimento (Unctad). A China continua captando o maior volume de investimentos estrangeiros destinados aos países emergentes. Foram US$61 bilhões nos primeiros seis meses de 2011, quase o dobro do Brasil. Diante de tal cenário, é imprescindível que os profissionais de gestão de projetos possuam condições de analisar o impacto e a viabilidade dos investimentos nas suas empresas. Pensando nisso, Eduardo Silva fez o curso de ‘Viabilidade Econômico-Financeira de Projetos’. O profissional, formado em gerenciamento de projetos, analisa que tal iniciativa gerou um ganho de produtividade no seu dia a dia na MRS Logística. Segundo ele, “por meio do curso consegui afinar as metodologias e técnicas adotadas, já que essa análise prévia da funcionalidade do projeto é vital, principalmente devido à escassez de recursos disponíveis para novas iniciativas”, afirma. Wed, 25 Jan 2012 00:00:00 -0200ARTIGO: 2008: o ano que ainda não acabouhttp://www.ietec.com.br/hp2/site/ietec/imprensas/detalhe_noticia/222http://www.ietec.com.br/hp2/site/ietec/imprensas/detalhe_noticia/222As turbulências vividas em 2008, como a quebra de bancos, desaceleração de investimentos, diminuição do ritmo de crescimento e estagnação econômica em continentes como Europa e Ásia, podem ser impressões passadas, mas existem fortes indicativos de que não escapamos da crise. Embora o ano de 2011 tenha iniciado sob perspectivas positivas, geradas pelo ótimo desempenho econômico de 2010, a crise das dívidas soberanas nos países da zona do euro, tendo Grécia como protagonista, trouxe preocupação para o mercado. Em se tratando de dívidas e déficits orçamentários, o cenário mundial também foi afetado por problemas como a falta de medidas rápidas e eficazes pelas autoridades da zona do euro e União Europeia, que não souberam sanar a crise em sua fase inicial. No caso brasileiro, o aperto monetário iniciado em 2010 representou uma leitura inadequada no segundo semestre de 2011, visto que as autoridades da política econômica voltaram a reduzir a Selic e estimularam o mercado através de incentivos fiscais. Esse "arrocho" se reflete na necessidade de um planejamento orçamentário correto. O planejamento, juntamente com o controle financeiro, possibilita mudanças para tratar de eventos estranhos ao processo administrativo, colocando em risco o alcance das metas estabelecidas. A intensa volatilidade, forte estresse dos agentes e os desequilíbrios entre os mercados ditaram o ritmo da segunda metade do ano de 2011. Internamente, o Banco Central ajustava suas expectativas de crescimento e desempenho econômico, seguindo uma linha mais moderada. O crescimento do setor industrial foi de 3%, enquanto que a demanda por produtos domésticos cresceu quase 25%. Isso demonstra uma alta procura por produtos importados, estrangulando a produção made in Brazil. A verdade é que o ano de 2011 findou com mais incertezas do que oportunidades, e isso pode ser percebido pelas projeções econômicas já publicadas para o ano de 2012. Para os analistas da Federação Brasileira de Bancos (Febraban), o PIB crescerá cerca de 3,2%, que representa um avanço superior ao do ano passado. Em relação à taxa de juros, a expectativa é que a Selic feche o ano em torno de 9,5%. Segundo a Frebraban, a inflação seguirá recuando, mas ainda distante do centro da meta, e a taxa de câmbio terá ligeira depreciação. Já o Banco Central acredita que o crescimento do país seja maior em 2012, ganhando ainda mais força em 2013. Segundo suas projeções, o crescimento da economia deve ficar em torno dos 3,5% e a inflação perto de 4,7%, medido pelo IPCA. Em suma, essas projeções não devem trazer dúvidas sobre o desempenho brasileiro. Considerando uma economia que vivenciou altas taxas de inflação e obteve um crescimento de menos de 2,5% nas últimas décadas, é razoável considerar animadoras as projeções para 2012. Mas não se pode esquecer que o mundo ainda está em crise...Mon, 16 Jan 2012 00:00:00 -0200Por que ser inovador?http://www.ietec.com.br/hp2/site/ietec/imprensas/detalhe_noticia/221http://www.ietec.com.br/hp2/site/ietec/imprensas/detalhe_noticia/221Empresas buscam cada vez mais profissionais que insiram o conceito em suas práticas no dia a dia, gerando diferenciais de competitividade Sustentabilidade. Governança. Inovação. Os três conceitos aparecem em qualquer conversa em que o tema é a competitividade e longevidade dos negócios. Nada mais natural, então, que não só as empresas mas também seus funcionários estejam alinhados a essas três práticas, em especial a últimas delas. Inovar é tarefa de cada profissional. Mas será que estamos todos preparados para isso? Mais: será que sabemos exatamente o que é inovação e por que precisamos ser inovadores? “Inovação é produto no mercado, é resultado”, define José Henrique Diniz, coordenador de Inovação e Criatividade do Ietec. Segundo o especialista, se você tem uma grande ideia e não faz nada com ela, não passou de ideia. Se a transforma em um simples produto, não passou de invenção. Agora, se esse produto no mercado é um sucesso, aí sim é uma inovação. Mas esse resultado não precisa ser necessariamente econômico. A contribuição da inovação também pode ser de ordem financeira, social ou ambiental.  “Também não é preciso ineditismo para inovar. A inovação tem que estar no comportamento das pessoas, em seu ambiente de trabalho, no dia a dia da organização”, defende Fabian Salum, professor e pesquisador da Fundação Dom Cabral e membro do Núcleo Bradesco de Inovação. De acordo com o especialista, um profissional é inovador sendo mais crítico e inventivo em suas atividades. Se não for possível inventar, pode inovar questionando processos e usando o bom senso para otimizá-los. BENEFÍCIOS Responsável pela área de tecnologia da informação e comunicação da Teksid do Brasil/México, Wellington Eustáquio Coelho, de 51 anos, viu na inovação uma forma de se diferenciar. Para adquirir conhecimento das ferramentas e instrumentos de gestão da inovação, ele buscou uma especialização e hoje contribui para o desenvolvimento da cultura da inovação na sua área dentro da empresa, participando de forma efetiva de projetos que podem gerar diferenciais de competitividade. “A especialização em gestão da inovação foi importante para compreender como devem ser preparados e conduzidos os projetos de inovação. Essa formação adicional está diretamente relacionada com o diferencial que o profissional passa a ter. A troca de experiências, informações e o benchmarking são aproveitados de maneira bastante positiva dentro das organizações. É uma relação em que todos são beneficiados”, defende. À frente de uma área baseada em tecnologia, Wellington sabe que o profissional de TI precisa surfar alto na onda da inovação. Para ele, um possível caminho é abordar a gestão da inovação com foco nos processos internos, utilizando de todos os conceitos, técnicas e metodologias disponíveis na gestão de ideias, recursos, marketing, estratégia, processos e de projetos. “É exatamente o que estamos propondo e iniciando na Teksid do Brasil.” Cultura da inovação O Brasil ainda engatinha nesse processo, muito por conta da falta de investimento em pesquisa e desenvolvimento. A boa notícia é que os profissionais começam a correr atrás Imprescindível para o desenvolvimento, a inovação é algo recente nas organizações brasileiras. O resultado desse atraso – que o país está tentando reverter – é o despreparo dos profissionais. “É preciso dominar as técnicas e mecanismos de inovação. É algo que não vai ocorrer num estalo. Não adianta implantar um processo de inovação por decreto. É preciso que a empresa tenha uma cultura da inovação”, alerta José Henrique Diniz, coordenador de Inovação e Criatividade do Ietec. Das 149 empresas brasileiras que mais contribuem para o Produto Interno Bruto (PIB) nas regiões Sul, Sudeste, Centro-Oeste e Nordeste, nem 40% adotam práticas sistemáticas de inovação. A pesquisa da Fundação Dom Cabral (FDC), concluída em 2011 depois de ouvir 210 executivos brasileiros – presidentes e diretores –, revela em que pé está a inovação por aqui. “É pouco”, afirma o responsável pelo estudo, Fabian Salum, professor e pesquisador da FDC e membro do Núcleo Bradesco de Inovação. O especialista se deparou com situações inimagináveis para um país que quer se tornar uma das três maiores economias do planeta. “Por incrível que pareça, algumas dessas grandes empresas sequer têm convênio com universidades e desconhecem leis de incentivo para a inovação. Há uma distância muito grande entre o que se tem a oferecer e o que se aplica.” Nosso estado segue essa lógica. O estudo com 19 grandes empresas associadas ao Centro de Referência da Inovação de Minas Gerais, da FDC, reforçou o investimento tardio no que de fato pode garantir competitividade às empresas. Mais grave é pensar que se trata das principais empresas do estado – 68,4% delas do segmento automobilístico, mineração/siderurgia e metalurgia, e 31,6% da indústria de bens de consumo, eletroeletrônicos, energia, construção, produção agropecuária e telecomunicações.  Fato é que 52,6% delas teve seu setor de pesquisa, desenvolvimento e inovação criado há menos de cinco anos. As demais 47,3% já buscam vantagens competitivas há mais tempo, transformando dinheiro em conhecimento e aplicando-o em inovações. Mas é tudo muito recente se considerarmos o tempo que tais inovações levam para se materializar em produtos, processos e serviços que gerem resultados. A notícia boa é que estamos correrendo atrás. INVESTIMENTO As empresas precisam buscar uma cultura da inovação, mas essa também deve ser uma busca de cada profissional. A engenheira de automação industrial da Gerdau Açominas Mariana Helena Queiroz Santos, de 31 anos, viu suas possibilidades profissionais se ampliarem depois de uma especialização em gestão da inovação. Envolvida com projetos de tecnologia de automação industrial, em que precisa otimizar processos, ela é a típica profissional da qual se espera boas ideias. “A gestão da inovação mudou minha visão sobre o trabalho e passou a ser meu foco profissional. Hoje, a inovação está no meu dia a dia, embora a maioria das pessoas ainda pense que inovar é criar coisas de outro mundo. A inovação, ao contrário, é algo que podemos gerenciar, estimular e utilizar como recurso estratégico. Criatividade é o que não falta. O que precisamos é de ferramentas para tornar isso executável.” E é bom não confundir criatividade com inovação. Segundo José Henrique, toda inovação nasce de uma ideia, tem na base a criatividade, mas essa necessariamente não leva a resultados. E inovação é o somatório de criatividade, atitude e resultado. Publicitários, por exemplo, são criativos e não necessariamente inovadores, o que pode ocorrer quando inauguram formatos e processos. De qualquer forma, é preciso estimular a produção de novas ideias. André Ferreira, diretor de criação da Percepttiva Comunicação, acredita que isso pode ser conquistado com a busca por conhecimento. “Para ter boas ideias é preciso beber de muitas fontes. Na minha área, por exemplo, costumo buscar referências na fotografia, literatura, cinema, teatro. E hoje não só a área de criação de uma agência precisa mostrar criatividade. Outros departamentos, como o atendimento e o planejamento, também precisam propor o que ainda não foi feito. Inovar é fazer algo na frente.” TRÊS PERGUNTAS PARA...THIRZA SIFUENTES - COACH   O que uma empresa espera do seu profissional?  Espera que ele tenha uma boa visão estratégica e que consiga considerar o todo enquanto está atento ao específico. Espera proatividade, que permite a inovação ao mesmo tempo que mantém a essência (missão e valores) da instituição. Espera também clareza na comunicação, assertividade e, ao mesmo tempo, uma "irreverência gentil", isso é, a capacidade de romper a regra e sair do óbvio de forma respeitosa e coerente com os princípios da organização. E, por fim, a capacidade de cooperar e trabalhar em equipe. Por que o profissional inovador é tão importante no mercado atual? Porque as mudanças estão cada vez mais rápidas e automatizadas. É importante e estratégico ter profissionais antenados no mercado, que sejam capazes de ver além, que tenham sensibilidade para perceber o curso dessas mudanças e das novas demandas para sair na frente e melhor se posicionar. Há como trabalhar esses aspectos, preparar-se para ser inovador? Sempre acredito que somos capazes de aprender, seja qual for a habilidade requerida. No caso de tornar-se inovador, o necessário é iniciar um processo de autoconhecimento. O profissional precisa saber quais são seus pontos fortes e quais são os aspectos que deseja desenvolver. Assim, poderá apoiar-se em suas competências para promover o desenvolvimento de novos saberes. Isso, por si só, já é inovador. Desafio é aumentar a competitividade Até 2014, o governo vai quase dobrar o que as empresas gastam com pesquisa e desenvolvimento (P&D), saltando dos atuais 0,59% para 0,90% do Produto Interno Bruto (PIB). A proposta faz parte do Plano Brasil Maior, do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, para aumentar a competitividade da indústria nacional, incentivando a inovação tecnológica e agregando valor. Afinal, o país precisa conquistar liderança tecnológica em setores estratégicos, internacionalizar empresas e reter as estrangeiras que aqui estão para que essas também invistam mais em P&D. O cenário vem melhorando nos últimos anos com a descentralização do investimento nessa área. Em uma nova composição, Ásia e América Latina estão ganhando mais espaço. De acordo com o National Science Board, nas duas últimas décadas o Brasil já é um dos 15 maiores investidores de P&D, resultado de um processo de diminuição da concentração de recursos aplicados pelos países desenvolvidos e, por sua vez, um aumento significativo nos países emergentes. Para Fábio Salum, tal movimento deve-se à inclusão de pesquisa, desenvolvimento e inovação nas políticas dos países que precisam incentivar o conhecimento. Outro motivo seria o reconhecimento das empresas globais com foco em inovação, que procuravam reduzir custos e acessar novos processos de pesquisa, de que as economias em desenvolvimento são boas oportunidades de investimento. Como se preparar Se as empresas buscam pessoas capazes de inovar e o brasileiro ainda não está preparado, o que fazer? Para José Henrique, é possível se preparar.  Segundo o especialista, o profissional capacitado para fazer a gestão da inovação tem que, antes de tudo, entender o que é inovação e ter vontade de inovar. Mas também precisa se capacitar, conhecendo ferramentas e técnicas que lhe permitirão saber onde, como e por que inovar. Esse profissional precisa de um ambiente e de uma liderança que estimule e direcione sua capacidade criativa. Reconhecimento é essencial. Do ponto de vista de quem busca candidatos com esse perfil, Wellington Eustáquio Coelho, da Teksid, acredita que esse profissional tem que ter competências para gerenciar projetos que realmente agreguem valor e que estejam alinhados com o plano estratégico da organização. “Alguém capaz de inovar tem que ter conhecimento profundo da demandas e estratégicas do negócio em que atua, seja na condução dos processos, nas relações com os demais profissionais ou no desenvolvimento de suas próprias competências, entregando resultados de alto valor. Tem que ter foco no planejamento com visão estratégica, capacidade de reduzir barreiras e construir alianças, tomar iniciativas e utilizar a criatividade colaborativa.”  Sun, 15 Jan 2012 00:00:00 -0200ARTIGO: Menos discursos, mais inovaçãohttp://www.ietec.com.br/hp2/site/ietec/imprensas/detalhe_noticia/220http://www.ietec.com.br/hp2/site/ietec/imprensas/detalhe_noticia/220Inovar é imprescindível para ter sucesso no mundo globalizado. Quem disse? Peter Drucker disse, Philip Kotler também disse, o “palestrante que foi lá na empresa” disse, o “livro que li ontem” disse, “a matéria da revista de economia” disse, o professor disse, “passou na televisão”. Na boca do povo está a palavra inovação. Quem não inova não cresce e vai ficar fora do jogo. Então existirão dois tipos de pessoas: as que inovam, e as que não inovam que são os meros mortais, certo? Errado. Na prática, há muito discurso, mas pouca inovação. Aprendemos que inovar é coisa para gênio. Quem pode pode. E esse é o grande paradigma. Definitivamente inovar não é coisa de gênio. É coisa de gente. Mas já que insistem em ter um gênio na história, este artigo é dedicado ao gênio que existe em você, caro leitor, que merece sucesso e tem tudo para inovar. Considere-o como uma espécie de lâmpada mágica. Eu a esfrego daqui e você aparece daí. Sou mágico e tenho várias lâmpadas mágicas no meu estoque. Mas tem uma condição: quando você sair, três pedidos devem ser atendidos, três atitudes para despertar o gênio inovador que existe em você. Fechado?  Então aí vão: 1) Entenda e aceite que inovar é uma capacidade de todo ser humano; você só precisa saber como direcionar o seu pensamento. No universo empresarial, inovar é fazer dinheiro, gerando lucro ou baixando o custo. 2) Adote um método para inovar. Precisamos de controle sobre o processo inovativo, direcionando a imaginação para criar utilidade ou eliminar a inutilidade. Procure conhecer esses métodos. 3) Conecte, adapte; inovação, na maioria das vezes, não significa inventar algo. Significa conectar coisas que já existem para criar utilidade ou fazer com que algo inútil deixe de existir. O “nov” contido na palavra sugere que a novidade seria uma constante, o que não é verdade. O que sempre é novo no ato de inovar são os pontos de vista e as atitudes.  Outro aspecto importante: a convergência é o princípio do grande movimento da economia global e também um dos princípios que regem a inovação. Conectar é convergir; pense nisso. Inovação também acontece quando se adapta algo para um determinado sistema, mesmo que esse algo não seja novidade no mundo. Ou mesmo quando reativamos algo que está inativo em nosso sistema, gerando lucro ou redução de custo. Assim como temos controle sobre a qualidade e sobre a estratégia, por que não controlar o planejamento e a gestão da inovação? Inovação é praticamente uma obrigação, pois o conhecimento já é de domínio público. Então, precisamos inovar para sermos mais competitivos, competentes e felizes. Quem não se abre para a inovação sai perdendo na vida, no trabalho, na família e nos negócios. O líder de mercado? Não existe mais. Hoje é a empresa X, amanhã será a empresa Y. Acabou o velho status do líder soberano, com seguidores subordinados a sua supremacia, como no conceito clássico de Michael Porter. A nova competição não será mais entre empresas e nem entre profissionais, mas entre modelos de negócio e modelos mentais singulares. Não há mais espaço para arrogâncias, coronelismos ou tapetes vermelhos. Inovar é permitir a mudança, eliminando conflitos econômicos, sociais, pessoais e ambientais. Precisamos de lucratividade no trabalho e na vida. Inovar é implantar uma idéia que faz a grana da empresa crescer e a felicidade das pessoas surgir. Criatividade é um pré-requisito. Invenção é novidade, mas nem sempre inovação. Inove. Desperte o gênio que existe em você. As ferramentas estão aí para os gênios que desejam sair de suas lâmpadas mágicas. O original pode ser acessado no link (para assinantes): http://impresso.em.com.br/app/noticia/cadernos/opiniao/2012/01/13/interna_opiniao,21051/menos-discursos-mais-inovacao.shtmlFri, 13 Jan 2012 00:00:00 -0200ARTIGO: Missão possívelhttp://www.ietec.com.br/hp2/site/ietec/imprensas/detalhe_noticia/219http://www.ietec.com.br/hp2/site/ietec/imprensas/detalhe_noticia/219Ao traduzirmos o termo "information technology" cometemos um grave erro: colocamos a tecnologia à frente da informação. Sabemos que a tecnologia é um meio para termos a informação certa no lugar certo, mas isso não é mais suficiente. É preciso conhecer também o negócio, para levar a informação certa para a pessoa certa, de forma correta, para uma tomada de decisão assertiva! Esse é o desafio. Durante muito tempo, a prioridade empresarial foi guardar seus dados. Naquele momento, a tecnologia foi levada a um status de glória, em termos financeiros e funcionais pois, através dos seus potenciais, era possível manter aquela inimaginável riqueza de dados. Com o tempo, percebemos que muito daquilo já não fazia mais sentido e nos voltamos para a questão: o que é realmente essencial? Com o barateamento da tecnologia, acabamos negligenciando a modelagem dos dados e optamos em apenas guardar e, depois, pensar o que fazer com aquilo. Foi então que o negócio iniciou um assédio à necessidade de transparência e aí surgiram os problemas! Como entregar ao negócio informação de qualidade para tomada de decisão estratégica se, até o momento, não era esse o propósito? Enfim, chegou-se ao momento de repensar tudo que até então havia sido construído: informática = informação mais automática? A prática de planejamento sempre foi objeto de luxo para as organizações, e quase nunca foi possível pedir a um analista para pensar a melhor forma de guardar os dados para que pudessem ser utilizados estrategicamente. Aqui se têm o grande divisor de águas e a chave para resolver o impasse: para se ter informação certa, era necessário conhecer ostensivamente o negócio, sua linguagem e estratégia. O negócio vem buscando alguém que possa compreender suas reais demandas, problemas e "stakeholders" para então, a partir de uma análise estruturada, recomendar soluções que permitam o alcance dos objetivos empresariais. O negócio espera vivenciar práticas, ferramentas e técnicas que tragam informações confiáveis para a tomada de decisão e que tudo isso permeie e permaneça na empresa. É a busca pelo conhecimento capaz de gerar sabedoria para ações estratégicas e resultados tangíveis. Essa não é uma missão impossível e pode ser alavancada por profissionais que exerçam um papel de integradores através de suas competências e habilidades, determinados por um olhar que some visões: da estratégica do negócio, dos processos constituintes e do valor gerado pela inclusão da tecnologia. Profissional que adote uma postura proativa em relação ao entendimento das necessidades do negócio, contribuindo para evidenciar a sua participação na geração de valor. Profissional que seja capaz de analisar o negócio por meio de práticas de observação, entrevistas, ações consultivas, tutoria e, sempre, liderança. Alguém que entenda suficientemente de tecnologia a ponto de viabilizar a gestão em tempo real.Sat, 07 Jan 2012 00:00:00 -0200Pós-graduação vira necessidade de mercadohttp://www.ietec.com.br/hp2/site/ietec/imprensas/detalhe_noticia/217http://www.ietec.com.br/hp2/site/ietec/imprensas/detalhe_noticia/217Novas modalidades de ensino permitem maior agilidade na ascensão O mercado brasileiro vive um aquecimento como há muito não se via. Obras de infraestrutura, necessárias para a realização da Copa do Mundo de 2014 e das Olimpíadas de 2016; parques tecnológicos; investimentos em mineração; pré-sal... a lista de áreas que tem demandado maior número de profissionais especializados é extensa, assim como as oportunidades. O número de vagas disponíveis é diretamente proporcional ao aumento dos investimentos. Mas isso não significa que qualquer profissional será contratado. Mais do que isso. Poucos serão os que terão ascensão na carreira. "Os megaprojetos que o Brasil tem atraído demandam profissionais com alta qualificação. As empresas tornaram-se muito rigorosas na seleção de pessoas, buscando profissionais completos, que já entrem dando resultado, que dominem inglês, espanhol e outras competências necessárias ao novo contexto corporativo. Sabemos que possuir uma graduação ou mesmo uma especialização não é mais um diferencial de mercado, analisa Marli de Paula, professora do Ietec e especialista em talentos humanos, com mais de 20 anos de experiência na área. Pesquisas promovidas tanto pelo MEC quanto pela iniciativa privada revelam falta de profissionais qualificados e a alta empregabilidade de pessoas com formação profissional especializada. Pesquisa da Faculdade de Economia e Administração da Universidade de São Paulo (Fea-USP) diagnosticou que o número de empresas brasileiras que investem em educação corporativa cresceu 40 vezes entre 2000 e 2009. Em média, os gastos de companhias brasileiras e multinacionais no setor são de R$ 11 milhões anuais. "Esse aumento no volume de investimento é reflexo da preocupação empresarial em melhorar a educação dos seus funcionários, ampliando também sua própria valorização no mercado", afirma José Ignácio Villela Jr, diretor do Ietec. O próprio Instituto realiza, anualmente, levantamento com o objetivo de avaliar a evolução profissional de seus alunos e ex-alunos, tanto do aperfeiçoamento quanto do MBA. De acordo com a pesquisa, 58% dos entrevistados obtiveram acréscimo no salário. Desse total, 21% declarou ter dito aumento de cerca de 20% dos vencimentos. Um dos dados mais relevantes da pesquisa foi que 97% dos ex-alunos disseram que sentem falta de continuar estudando. "Esse dado demonstra a preocupação desses profissionais com a carreira, com o cuidado ininterrupto com o processo de aprendizado", analisa Marli de Paula. Automação Um bom exemplo dessa preocupação com a qualificação de seus colaboradores é a empresa Comau do Brasil. Somente nos últimos 24 meses, mais de 20 de seus colaboradores cursaram pós-graduações com subsídio da empresa, "Nós encaramos essa ação como um investimento no futuro da organização. Estes profissionais trarão maior conhecimento e melhor gestão dos processos para todos os níveis, dando um retorno infinitamente maior do que o valor investido", diz a gerente de Desenvolvimento de RH da empresa, Veronica Bistene Salas. A retenção e promoção de talentos é outro efeito desse maior investimento em educação empresarial. Um bom exemplo é o gestor de negócios Renison Canesso Moreira. Quando iniciou a pós-graduação, ele era gerente pleno na Mecan, "braço industrial" do Grupo Orguel. Durante o curso, recebeu duas promoções, e hoje exerce o cargo de gerente nacional Brasil. "Esse crescimento na hierarquia da empresa se deve a um somatório de fatores. Entre eles, claro, listaria essa melhor qualificação profissional. Esse tipo de iniciativa faz com que o profissional passe a possuir uma maior visão de mercado. Hoje, gerencio mais pessoas, e participo de decisões estratégias do Grupo, alem de interagir com clientes nacionais e internacionais da empresa", analisa. Moreira avalia que o desenvolvimento profissional é um dos principais pontos que o diferenciam no mercado. "De nada adianta ter experiência ou um excelentenetworking. Se a pessoa não possui condições técnicas para desempenhar a função, sua carreira corre sérios riscos de se estagnar ou mesmo de ser superado por outros profissionais", analisa. In company Cursos realizados dentro da empresa têm uma série de vantagens. "Eles permitem a aplicação direta do conteúdo estudado nas atividades do dia a dia da empresa, contribuindo, assim, com o desenvolvimento da organização e das pessoas. Não por acaso, esta é a modalidade de estudo empresarial que mais cresce no país", afirma Villela. Segundo ele, as empresas que optam por essa modalidade de curso levam em consideração, três fatores: menor investimento, datas e horários mais adequados à empresa e ao colaborador e, principalmente, adaptação do conteúdo às necessidades da companhia. As vantagens deste tipo de curso, de acordo com especialistas, também são estratégicas. Por levar em conta as demandas da empresa, os cursos possibilitam a aplicação direta do conteúdo apreendido no trabalho - o que o torna alinhado com os objetivos da empresa, representando um significativo aumento da massa crítica de um número maior de colaboradores, possibilitando a construção do conhecimento coletivo. O curso, portanto, está focado no desenvolvimento da organização e das pessoas de forma a transformar e alcançar resultados corporativos superiores.Fri, 06 Jan 2012 00:00:00 -0200Copa 2014 na Ilha de Páscoahttp://www.ietec.com.br/hp2/site/ietec/imprensas/detalhe_noticia/218http://www.ietec.com.br/hp2/site/ietec/imprensas/detalhe_noticia/218A história da Ilha de Páscoa é um dos exemplos de como a ação humana pode extinguir a vida. O local é mundialmente conhecido por suas 600 estátuas de pedra com seis metros de altura e dezenas de toneladas, que foram esculpidas ao longo dos anos. Quando os europeus lá chegaram em 1722, a ilha era ocupada por cerca de três mil nativos. Ela começou a ser habitada no século 5 e hoje ela está praticamente sem nenhuma alma. Já em 1877, a população não tinha como se manter, pois havia devastado toda a ilha para esculpir seus moais – estátuas gigantes, que eram símbolo de status e poder dos 12 clãs que governaram a ilha –, e na alimentação da população, na construção de canoas e casas. Certamente, os moradores tinham noção do estrago que estavam fazendo, mas não foram capazes de modificar seus hábitos para viver em equilíbrio com o meio ambiente. Mesmo com o fim iminente, a disputa continuou até a última árvore ser derrubada. Mas, o que a história da Ilha de Páscoa pode nos ensinar? O que tem a ver com a Copa de 2014 e a Rio+20? O Brasil e o mundo, totalizando mais de 600 milhões de pessoas, assistiram ao sorteio da Copa do Mundo de 2014. Todos os dias fala-se da realização da Copa, dos 12 estádios em construção e das inúmeras outras obras de infraestrutura necessárias para receber os ilustres turistas. Em Belo Horizonte, mais de 22 mil árvores já foram derrubadas. Somente para o Mineirão foram 600. Será que estamos construindo nossos moais? A conferência das Nações Unidas sobre meio ambiente e desenvolvimento, realizada no Rio de Janeiro em 1992, mais conhecida como Rio 92, foi a maior e mais importante conferência sobre meio ambiente já realizada no planeta e teve a participação de mais de 170 nações. Nessa conferência foram aprovadas a Declaração Universal dos Direitos Humanos para o meio ambiente, a agenda 21, a Convenção do Clima e a Convenção da Diversidade Biológica. Depois da Rio 92, outras conferências foram realizadas com o mesmo intuito: debater as consequências da ação do homem no meio ambiente. Acabamos de fazer mais uma delas. Refiro-me à 17ª Conferência das Partes da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (COP 17), que foi realizada em Durban, na África do Sul. O objetivo das discussões foi buscar um novo acordo para substituir a Convenção de Kyoto, que vence em 2013. A cidade do Rio de Janeiro será novamente sede da Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, a Rio+20, que será realizada em junho de 2012. A conferência visa engajar os líderes mundiais em questões de vital importância para a sobrevivência do ser humano, como as mudanças climáticas, a erradicação da miséria, economia verde, biodiversidade e a governança internacional para sustentabilidade do planeta. Enquanto os brasileiros sabem tudo sobre o andamento das obras dos estádios/moais para a Copa, somente 11% sabem da realização da Rio+20, evento que diz respeito às nossas vidas. O mais importante não é a realização da Rio+20 em si, mas o desequilíbrio ambiental na “ilha” chamada Terra. Paradoxalmente, sabemos que estamos tratando mal o planeta, mas como isso “não” afeta em quase nada nossa vida atual, não fazemos nada a respeito. Quando as mudanças climáticas afetarem nossas vidas não haverá nada a fazer. Já vimos essa história antes? O desenvolvimento sustentável não é um fim em si, mas um meio para se chegar a uma sociedade solidária. Infelizmente, isso não aconteceu com a Ilha de Páscoa, onde não poderemos realizar a Copa de 2014, muito menos a Rio+20.Tue, 27 Dec 2011 00:00:00 -0200Informações terminam "na gaveta"http://www.ietec.com.br/hp2/site/ietec/imprensas/detalhe_noticia/216http://www.ietec.com.br/hp2/site/ietec/imprensas/detalhe_noticia/216Poucas são as empresas que conseguem tirar proveito dos dados do negócio, muito menos da concorrência.    Pesquisa da consultoria Economist Intelligence Unit (EIU) feita com 586 executivos da América do Norte e Latina, Europa, Ásia e Pacífico comprovou que nem mesmo as maiores empresas do mundo conseguem controlar bem o crescente volume de dados digitais e aproveitá-los para melhorar seus negócios.   A constatação traz à tona uma discussão sobre quais as melhores formas de lidar com a informação, cada dia de mais fácil acesso e, por isso mesmo, de mais complexa análise e aproveitamento. Para a consultora Alexandra Hutner, qualquer negócio, de qualquer área, precisa ser analisado sob esse viés. "É preciso conhecer a fundo o ramo de atuação - o seu cenário interno e externo - para levar a informação certa para a pessoa certa, de forma correta, no momento e local apropriados; para uma tomada de decisão assertiva", analisa.   Outro dado do levantamento aponta que 53% das organizações usam apenas metade das informações que colhem em benefício dos negócios. O restante fica perdido ou é subutilizado. O número é alarmante, especialmente diante do grande volume de dados digitais gerados anualmente. Só para se ter uma ideia, somente no ano passado consumidores e empresas ao redor do mundo armazenaram mais de 13 exabytes de informações em computadores e outros equipamentos. O volume é equivalente a 13 bilhões de pen drives de 1 Gbyte ou mais de 52 mil vezes as informações existentes em toda a biblioteca do Congresso americano. Os dados são da Universidade do Sul da Califórnia (EUA).   "O baixo aproveitamento de informações é surpreendente, especialmente no momento em que vivemos. No entanto, é necessário considerar que boa parte das companhias não está preparada para lidar com tanta informação porque seus próprios processos de negócio ainda são analógicos", afirma Alexandra Htner.   Segundo a pesquisa, um dos principais problemas diz respeito à velocidade de acesso aos dados corporativos, apontado por metade dos entrevistados. Em suas empresas, a lentidão de obtenção das informações de mercado, concorrentes e de clientes compromete o desempenho imediato dos negócios.   Mais da metade dos executivos de empresas que possuem planos bem estruturados de gestão da informação digital (53%) declararam à pesquisa que seus resultados financeiros superaram o dos concorrentes. Quase um quarto delas entende que a compreensão dos dados digitais nos últimos cinco anos transformou completamente a forma de fazer negócios com seus clientes.   Para Alexandra Htner, a preocupação crescente com a avaliação de dados será responsável por criar um mercado bilionário de softwares de análise de negócios nos próximos cinco anos. "Embora ainda seja difícil precisar, é certo que este será um dos campos que mais crescerão nas próximas décadas", diz a professora e consultora empresarial, com mais de 10 anos de experiência.   Workshop Visando permitir uma melhor compreensão da análise de negócios, o Instituto de Educação Tecnológica (Ietec) organiza no próximo dia 30 o lançamento do capítulo mineiro do IIBA (International Institute of Business Analysis). O IIBA é uma associação profissional, sem fins lucrativos, que visa promover o desenvolvimento e a profissionalização da análise de negócios.   O evento, gratuito e aberto ao público, ocorre a partir das 19 horas, na sede do Ietec (rua Tomé de Souza, 1.065 - Savassi). Inscrições pelos telefones (31) 3116-1000 ou (31) 3223-6251 e através do e-mail eventos01@ietec.com.br.Fri, 25 Nov 2011 00:00:00 -0200Empresas não sabem lidar com as informaçõeshttp://www.ietec.com.br/hp2/site/ietec/imprensas/detalhe_noticia/215http://www.ietec.com.br/hp2/site/ietec/imprensas/detalhe_noticia/215O Portal Varejo publica hoje entrevista com a coordenadora do MBA em Análise de Negócios, Alexandra Hütner. Leia a íntegra clicando no link.   No dia 30 de novembro, o IETEC promove um workshop sobre o tema, com a presença dos especialistas José Ignácio Villela Jr., Rodrigo Neves, Sérgio Viegas, além da própria professora Alexandra Hütner. Mais informações pelo email eventos01@ietec.com.br.Wed, 23 Nov 2011 00:00:00 -0200PÓS-GRADUAÇÃO; mais que um diferencial, uma necessidade de mercadohttp://www.ietec.com.br/hp2/site/ietec/imprensas/detalhe_noticia/214http://www.ietec.com.br/hp2/site/ietec/imprensas/detalhe_noticia/214   Novas modalidades de ensino e facilidade de realizar o curso na própria empresa permitem maior agilidade na ascensão profissional   O mercado brasileiro vive um aquecimento como há muito não se via. Obras de infraestrutura, necessárias para a realização da Copa do Mundo de 2014 e das Olimpíadas de 2016; parques tecnológicos; investimentos em mineração; pré-sal... a lista de áreas que tem demandado maior número de profissionais especializados é extensa, assim como as oportunidades. O número de vagas disponíveis é diretamente proporcional ao aumento dos investimentos. Mas isso não significa que qualquer profissional será contratado. Mais do que isso. Poucos serão os que terão ascensão na carreira. “Os megaprojetos que o Brasil tem atraído, demandam profissionais com alta qualificação. As empresas tornaram-se muito rigorosas na seleção de pessoas, buscando profissionais completos, que já entrem dando resultado, que dominem inglês, espanhol e outras competências necessárias ao novo contexto corporativo. Sabemos que possuir uma graduação ou mesmo uma especialização não é mais um diferencial de mercado, analisa Marli de Paula, professora do IETEC e especialista em Talentos Humanos, com mais de 20 anos de experiência na área. Pesquisas promovidas tanto pelo MEC quanto pela iniciativa privada revelam falta de profissionais qualificados e a alta empregabilidade de pessoas com formação profissional especializada. Pesquisa da FEA-USP (Faculdade de Economia e Administração da Universidade de São Paulo) diagnosticou que o número de empresas brasileiras que investem em educação corporativa cresceu 40 vezes entre 2000 e 2009. Em média, os gastos de companhias brasileiras e multinacionais no setor são de R$11 milhões anuais. “Esse aumento no volume de investimento é reflexo da preocupação empresarial em melhorar a educação dos seus funcionários, ampliando também sua própria valorização no mercado”, afirma José Ignácio Villela Jr., diretor do IETEC. O próprio Instituto realiza, anualmente, levantamento com o objetivo de avaliar a evolução profissional de seus alunos e ex-alunos, tanto do aperfeiçoamento quanto do MBA. De acordo com a pesquisa, 58% dos entrevistados obtiveram acréscimo no salário. Desse total, 21% declarou ter dito aumento de cerca de 20% dos vencimentos. Um dos dados mais relevantes da pesquisa foi que 97% dos ex-alunos disseram que sentem falta de continuar estudando. “Esse dado demonstra a preocupação desses profissionais com sua carreira, com o cuidado ininterrupto com o processo de aprendizado”, analisa Marli de Paula. Um bom exemplo dessa preocupação com a qualificação de seus colaboradores é a empresa Comau do Brasil. Somente nos últimos 24 meses, mais de 20 de seus colaboradores cursaram pós-graduações com subsídio da empresa, “Nós encaramos essa ação como um investimento no futuro da organização. Estes profissionais trarão maior conhecimento e melhor gestão dos processos para todos os níveis, dando um retorno infinitamente maior do que o valor investido”, diz Veronica Bistene Salas, Gerente de Desenvolvimento de RH da empresa. A retenção e promoção de talentos é outro efeito desse maior investimento em educação empresarial. Um bom exemplo é o gestor de negócios Renison Canesso Moreira. Quando iniciou a pós-graduação, ele era gerente pleno na Mecan, ‘braço industrial’ do Grupo Orguel. Durante o curso, recebeu duas promoções, e hoje exerce o cargo de gerente nacional Brasil. “Esse crescimento na hierarquia da empresa se deve a um somatório de fatores. Entre eles, claro, listaria essa melhor qualificação profissional. Esse tipo de iniciativa faz com que o profissional passe a possuir uma maior visão de mercado. Hoje, gerencio mais pessoas, e participo de decisões estratégias do Grupo, alem de interagir com clientes nacionais e internacionais da empresa”, analisa. Moreira avalia que o desenvolvimento profissional é um dos principais pontos que o diferenciam no mercado. “de nada adianta possuir experiência ou ter um excelente networking. Se a pessoa não possui condições técnicas para desempenhar a função, sua carreira corre sérios riscos de se estagnar ou mesmo de ser superado por outros profissionais”, analisa.   In company Cursos realizados dentro da empresa têm uma série de vantagens. “Eles permitem a aplicação direta do conteúdo estudado nas atividades do dia a dia da empresa, contribuindo, assim, com o desenvolvimento da organização e das pessoas. Não por acaso, esta é a modalidade de estudo empresarial que mais cresce no país”, afirma Villela. Segundo ele, as empresas que optam por essa modalidade de curso levam em consideração, três fatores: menor investimento, datas e horários mais adequados à empresa e ao colaborador e, principalmente, adaptação do conteúdo às necessidades da companhia. As vantagens deste tipo de curso, de acordo com especialistas, também são estratégicas. Por levar em conta as demandas da empresa, os cursos possibilitam a aplicação direta do conteúdo apreendido no trabalho – o que o torna alinhado com os objetivos da empresa, representando um significativo aumento da massa crítica de um número maior de colaboradores, possibilitando a construção do conhecimento coletivo. O curso, portanto, está focado no desenvolvimento da organização e das pessoas de forma a transformar e alcançar resultados corporativos superiores.Mon, 21 Nov 2011 00:00:00 -0200A educação e a competitividade do paíshttp://www.ietec.com.br/hp2/site/ietec/imprensas/detalhe_noticia/213http://www.ietec.com.br/hp2/site/ietec/imprensas/detalhe_noticia/213Recentemente, o Fórum Econômico Mundial divulgou o Índice de Competitividade Global 2011, no qual o Brasil aparece na posição 58, em um ranking com 142 países. O documento é uma análise do empresariado em relação a 12 pilares, reunidos em três grandes grupos: requisitos básicos (que engloba instituições, infraestrutura, ambiente macroeconômico, saúde e educação primária); propulsores de eficiência (educação superior e treinamento, eficiência do mercado de bens, eficiência no mercado de trabalho, desenvolvimento do mercado financeiro, tamanho do mercado e prontidão tecnológica); e sofisticação empresarial e inovação. É sabido que a competitividade é influenciada tanto por fatores internos como externos ao país. Acima de tudo, um ambiente interno favorável auxilia o país a se tornar um "player" global. E não seremos um jogador de nível de seleção exportando somente "commodities". O déficit nas transações comerciais de base tecnológica no Brasil é enorme, chegando a US$ 84,9 bilhões em 2010, de acordo com o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior. No quesito inovação, o Brasil ficou na 42ª posição. Mas o resultado poderia ser bem melhor se investíssemos mais e melhor. As empresas brasileiras aplicam 0,5% de seu faturamento em atividades de P&D. Educação e treinamento, como demonstra o estudo do FEM, são um dos propulsores da eficiência produtiva, e, nesse ponto, o Brasil está na 58ª posição. A qualidade do sistema educacional brasileiro foi mal-avaliada pelo empresariado, colocando o Brasil em 103º lugar. O que fazer? Há vários levantamentos que indicam o caminho. A carência de profissionais especializados começa bem antes, já no ensino fundamental, com alunos nada qualificados. No último Programa Internacional de Avaliação de Aluno (Pisa) - que mede a capacidade de leitura e o aprendizado de matemática e ciências dos estudantes de 15 anos de idade em 65 países -, o Brasil ocupa uma vergonhosa 53ª posição. Dos 20 mil alunos que fizeram a prova, 80% estão abaixo do nível de aprendizagem considerado bom ou adequado. A situação do aprendizado de matemática é catastrófica, com 90% dos estudantes abaixo da média entre os países participantes. A educação deve ser para a vida, principalmente para a vida profissional, em que as empresas precisam ser competitivas num mundo cada vez mais global.Tue, 08 Nov 2011 00:00:00 -0200O essencial em tecnologiahttp://www.ietec.com.br/hp2/site/ietec/imprensas/detalhe_noticia/212http://www.ietec.com.br/hp2/site/ietec/imprensas/detalhe_noticia/212Ao traduzirmos o termo “Information Technology” para o português cometemos um grave erro: colocamos a Tecnologia à frente da Informação. Afinal sabemos que a Tecnologia é um meio para termos a informação certa no lugar certo, mas isso não é mais suficiente. É preciso conhecer também o negócio - o cenário interno e externo - para levar a informação certa para a pessoa certa, de forma correta, no momento e local certos; para uma tomada de decisão assertiva! Esse é o desafio. Durante muito tempo a prioridade empresarial foi guardar seus dados. Naquele momento a tecnologia foi levada a um status de glória, em termos financeiros e funcionais, pois através dos seus potenciais era possível manter aquela inimaginável riqueza de dados. Com o tempo percebemos que muito daquilo guardado já não fazia mais sentido e nos voltamos para a questão: o que é realmente essencial? Com posterior barateamento da tecnologia, acabamos negligenciando a modelagem dos dados e optamos em apenas guardar e, depois pensar o que fazer com aquilo tudo. Foi então que o negócio iniciou um assédio incansável à necessidade de transparência e aí surgiram os problemas! Como entregar ao negócio informação de qualidade para tomada de decisão estratégica se até o momento não era bem esse o propósito. Enfim, chegou-se ao momento de repensar tudo que até então houvera sido construído: informática = informação + automática? A prática de planejamento sempre foi objeto de luxo para as organizações, e quase nunca foi possível pedir a um analista ou mesmo desenvolvedor para pensar a melhor forma de guardar os dados, para que um dia, pudessem ser utilizados estratégica e organicamente (integração completa!). Aqui se tem o grande divisor de águas e, a chave para resolver o impasse: para se ter a informação certa era necessário saber para que ela serviria, ou seja, conhecer ostensivamente o negócio, sua linguagem e estratégia. O negócio vem buscando alguém que possa compreender suas reais demandas, problemas, desejos, requisitos e stakeholders para então, a partir de uma análise estruturada, recomendar soluções que permitam o alcance dos objetivos estratégicos empresariais. O negócio espera vivenciar práticas, ferramentas e técnicas que tragam informações confiáveis para a tomada de decisão e, tudo isso, permeie e permaneça na empresa. É a busca pelo conhecimento capaz de gerar sabedoria, para ações estratégicas e resultados tangíveis. Essa não é uma missão impossível, e pode ser alavancada por profissionais que exerçam um papel de integradores através de suas competências, habilidades e atitudes. Determinados por um olhar - verdadeiramente orgânico - que some visões: da estratégica do negócio, dos processos constituintes e do valor gerado pela inclusão da tecnologia. Profissional que adote uma postura proativa em relação ao entendimento das necessidades do negócio, contribuindo para evidenciar a sua participação na geração de valor. Profissional que, efetivamente, seja capaz de analisar o negócio por meio de práticas de observação, entrevistas, ações consultivas, tutoria e, sempre, liderança. Alguém que entenda suficientemente de tecnologia a ponto de viabilizar a gestão em tempo real.Mon, 07 Nov 2011 00:00:00 -0200Mão de obra qualificada está em faltahttp://www.ietec.com.br/hp2/site/ietec/imprensas/detalhe_noticia/211http://www.ietec.com.br/hp2/site/ietec/imprensas/detalhe_noticia/211 Muito se fala atualmente na falta de mão de obra qualificada e não há como negar este fato. Pesquisa da Confederação Nacional da Indústria (CNI) divulgada em fevereiro de 2011 mostra que sete em cada 10 empresas industriais brasileiras afirmam que a escassez de mão de obra qualificada prejudica a competitividade, uma vez que segundo eles, devido à falta de qualificação a busca de eficiência e à redução de desperdício, acabam sendo as atividades mais prejudicadas nas empresas, o que resulta em potenciais problemas de qualidade, custos mais elevados e lucros menores. Com o país em pleno crescimento parece que este problema tende a aumentar. Segundo pesquisa realizada no ano de 2010 com mais de 35 mil empregadores em 36 países, pela consultoria internacional de recursos humanos Manpower, mostra que a escassez de mão de obra qualificada no Brasil só não é maior do que a no Japão. Ainda segundo os dados da pesquisa do CNI, as empresas têm enfrentado o problema de diversas formas, por exemplo; 78% das empresas pesquisadas capacitam o profissional dentro da própria companhia, 40% delas fortaleceram suas políticas de retenção de talentos, 33% delas buscam a capacitação de seus profissionais fora da empresa, através de empresas de educação e treinamento profissional. Para o diretor de produtos do Ietec, José Ignácio Villela Júnior, coordenador técnico da área de Gestão e Tecnologia Industrial, este é um assunto presente na alta cúpula das empresas, fato que pode ser comprovado com os dados da pesquisa Global CEO Study 2010, realizada pela IBM, onde ficou constatado que 50% dos CEOs brasileiros revelaram que a falta de mão de obra qualificada é ainda um grande obstáculo para o sucesso de suas empresas e que o déficit de profissionais se dá tanto no nível estratégico quanto para funções operacionais dentro da organização. A taxa de desemprego no Brasil em junho caiu para 6,2% da população economicamente ativa, segundo informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Isto significa que o número de desempregados em junho nas seis maiores regiões metropolitanas do país nas quais o índice nacional é calculado, foi de 1,5 milhão de pessoas, o que nos permite dizer que há mão de obra, as questões passam a ser então: 4 Onde estão estas pessoas (pela dispersão geográfica elas podem estar em lugar diferente de onde há demanda)? 4 Em que estas pessoas estão qualificadas? Esta última pergunta passa a ser pertinente a partir do momento que nos questionamos se as empresas que reclamam da falta de mão obra qualificada realmente tiram o máximo proveito da qualificação de seus funcionários . "Em minha atividade de consultor e de professor em cursos de pós graduação vivencio um grande desperdício cometido pelas empresas, o desperdício do direcionamento das pessoas certas para as atividades erradas e o desafio das pessoas erradas para as atividades certas." O primeiro desperdício está ligado ao direcionamento de profissionais talentosos para atividades que não precisariam ser feitas, atividades que não agregam valor ao cliente ou ao negócio. O segundo desperdício, o do direcionamento das pessoas erradas às atividades certas está ligado à alocação de profissionais com qualificações acima ou abaixo das necessárias para as atividades que realmente devem ser feitas. "Atividades que poderiam eventualmente ser executadas por um dos 1,5 milhões de desempregados que temos no mercado e que muitas vezes erroneamente rotulamos de sem qualificação, mas que na verdade parte deles têm qualificação para outras atividades." Segundo o professor, temos sim problema de qualificação de mão obra no mercado, "não há como negar", mas não podemos nos esquecer que temos também do problema de gestão na alocação da mão qualificada que temos. "Se alocarmos as pessoas certas (qualificadas) para as tarefas certas (que exijam sua qualificação) certamente minimizaremos os impactos da falta de mão de obra qualificada no mercado."Mon, 07 Nov 2011 00:00:00 -0200Segmento de TI deverá crescer pelo menos 12% no próximo anohttp://www.ietec.com.br/hp2/site/ietec/imprensas/detalhe_noticia/210http://www.ietec.com.br/hp2/site/ietec/imprensas/detalhe_noticia/210Crescimento tecnológico e as novas demanda dão impulso à área de tecnologia da informação (TI) que, para 2012, prevê expansão entre 10% e 12%. Especialistas do setor avaliam que o mercado está cada vez mais promissor, com condições ideais para ampliar a geração de negócios dentro da indústria brasileira de software. É o que afirma o coordenador do curso de Pós-Graduação em Engenharia de Software do Instituto de Educação Tecnológica (Ietec), professor George Jamil.   "É preciso aproveitar o aquecimento do setor. Com o avanço das redes sociais no Brasil, há demanda de novas soluções tecnológicas. Os investimentos daqui para frente tendem a ser cada vez mais intensos, tanto no desenvolvimento de softwares quanto no próprio setor. Os diferenciais vão surgir e as organizações terão um leque de novos serviços para o mercado", alerta o especialista.   Jamil explica que os novos softwares precisam ter a capacidade de integrar o conhecimento destinado a planejar, implantar e manter atualizado o processo de inovação e desenvolvimento da empresa. "Essa qualidade se adquire com o bom treinamento do profissional. O nosso país tem sido competitivo, podemos nos fixar melhor e até chegar a ponta. Até porque se a gente for considerar os números, os brasileiros são os maiores usuários mundiais das redes sociais".   No mercado mundial, o Brasil subiu uma posição em ranking de competitividade no setor de tecnologia da informação, atingindo a 39ª colocação no Índice de Competitividade do Setor de TI, segundo pesquisa da Economist Intelligence Unit e pela Business Software Alliance. A produção de softwares respondeu por um terço da receita total bruta do setor de TI no país.   As 2 mil maiores empresas brasileiras movimentaram R$ 39,4 bilhões em 2009, segundo pesquisa de Serviços de Tecnologia da Informação 2009, realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), com a Associação para Promoção da Excelência do Software Brasileiro (Softex).     Realidade - O diretor de Mercado Leo Ferreira Júnior analisa que até há bem pouco tempo a realidade para o setor de TI era outra. Com a entrada de multinacionais e a expansão do mercado de construção, cada vez mais as empresas investem em gestão para atender as demandas.   "As companhias de locação nacionais estão se modernizando para atender os clientes. E para isso, é preciso investir em um sistema de gestão confiável e moderno", afirmou. Esse é o desafio da Sisloc Softwares, desenvolver produtos específicos. "Criamos serviços para cada tipo de cliente, de pequeno a grande portes e oferecemos atualização constante dos softwares e treinamento in loco", disse.Tue, 25 Oct 2011 00:00:00 -0200Mais vagas do que candidatos em Belo Horizontehttp://www.ietec.com.br/hp2/site/ietec/imprensas/detalhe_noticia/207http://www.ietec.com.br/hp2/site/ietec/imprensas/detalhe_noticia/207 Belo Horizonte apresentou, em julho, índice de desemprego de 4,7%, o menor entre as capitais que fazem parte da Pesquisa Mensal de Emprego (PME), realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).  No país, taxa de desemprego foi de 6,0%, a menor para o mês de julho desde o início da série histórica da pesquisa, em março de 2002. A população desocupada ficou em 1,4 milhão de pessoas, uma queda de 12,1% na comparação com julho do ano passado, o equivalente a menos 200 mil pessoas à procura de trabalho.  O baixo número de desempregados impacta fortemente as empresas, que estão numa verdadeira batalha para atrair e reter profissionais. Segundo a diretora da Veli Soluções em Recursos Humanos, Lizete Araujo, o tempo médio que as vagas ficam abertas está maior. “As empresas ficaram mais criteriosas e menos flexíveis nos últimos anos”, disse. Segundo ela, o aumento da exigência é resultado de um cenário econômico mais competitivo. Ainda de acordo com Lizete Araújo, cargos que antes não eram valorizados passam a ser os mais requisitados. Uma pesquisa realizada pela consultoria em recursos humanos Manpower em 39 países confirma. Segundo o levantamento, os técnicos são os profissionais mais procurados do Brasil. “Os salários destes profissionais são, comumente, equiparados ao de profissionais de nível superior”, comentou. O diretor-presidente da Rhumo Consultoria e professor da Fundação Getúlio Vargas (FGV), Sérgio Campos, concorda. De acordo com ele, é comum que as empresas fiquem mais tempo à procura do profissional mais qualificado, principalmente para cargos técnicos e de alta gerência. Os salários exigidos pelos profissionais, em contrapartida, também são maiores. Ele explica que até agosto de 2008, a economia nacional andava a pleno vapor e os salários acompanhavam esta evolução. Com a crise mundial iniciada em setembro daquele ano, os salários pagos aos profissionais foram reduzido. Passada a crise, e após um reajuste para cima no quadro de funcionários para atender à retomada da economia, as remunerações subiram gradativamente. Além dos salários, Campos afirma que os benefícios, principalmente aqueles atrelados à produtividade, têm agradado às empresas. “As empresas têm pagado maiores parcelas de participação nos lucros e premiações”, disse. De acordo com ele, com este tipo de remuneração, os empregados se esforçam mais para atingir metas e alcançar resultados. Outro ponto levantado pelo especialista foi a redução nos impostos. Premiações e participação nos lucros geram menos encargos. Executivos em falta Com mais vagas para alta gerência abertas, a procura por qualificação tornou-se obrigatória para os profissionais que buscam melhor remuneração. Os cursos corporativos também têm sido visto pelas empresas como forma de reter o pessoal. No Instituto de Educação Tecnológica (Ietec), a procura por cursos de pós-graduação e MBA cresceu 20% entre janeiro e agosto de 2010 e igual intervalo deste ano. A instituição, que oferece mais de 200 cursos de curta duração em áreas técnicas diversas, apurou crescimento similar neste tipo de treinamento. De acordo com o presidente do Ietec, Ronaldo Gusmão, os cursos de pós-graduação e os MBAs são custeados, na maioria das vezes, por profissionais que buscam ascensão profissional. Já nos cursos de curta duração, 100% pagos pelas empresas, o objetivo é atualizar os conhecimentos dos empregados e manter a qualidade dos serviços prestados. Além disso, os treinamentos são vistos como benefícios para os profissionais.  Ainda de acordo com Gusmão, a quantidade de empresas que procuram profissionais qualificados entre os alunos e ex-alunos da instituição tem aumentado a passos largos, fato que comprova a alta demanda. “Empresas de construção civil estão entre as que mais nos enviam vagas”, disse.Fri, 26 Aug 2011 00:00:00 -0300