Diário do Comércio - Luciana Sampaio - 15/07/2010
Bastou que o clima de otimismo se instalasse no mercado brasileiro para que a crise, que derrubou conglomerados empresariais centenários e ações na bolsa de valores, passasse a ser lembrada como a "marolinha" prevista por Luiz Inácio Lula da Silva. Na mesma linha, as orgnizações também parecem ter esquecido do sufoco que viveram há tão pouco tempo, deixando de lado - entre outras áreas - a gestão de custos.
De acordo com o professor da pós-graduação em Gestão de Custos do Ietec, Poueri do Carmo Mário, a gestão de custo não significa simplesmente cortá-lo com base no resultado. "Tudo deve ser estudado e avaliado previamente", sugeriu. Paralelamente, cabe à organização criar um bom programa de redução de custos e vender a ideia de que, ao adotar uma postura econômica, todos saem ganhando.